Portugal Golden Visa
Um investimento na cultura portuguesa. Preserve um legado português com alcance mundial.
A Fundação Amália Rodrigues, instituída por testamento em 1997 e fundada em 10 de dezembro de 1999, é uma instituição privada de utilidade pública. A sua missão é desenvolver e apoiar atividades culturais, educativas, artísticas e de solidariedade social, assegurando a conservação e a dinamização da Casa-Museu Amália Rodrigues, um dos espaços de referência da cultura de Lisboa. Promove ainda o estudo, a investigação e a divulgação da vida e obra de Amália Rodrigues e do seu contributo para o fado, uma das mais expressivas manifestações da cultura portuguesa e parte da herança do fado reconhecida pela UNESCO como património da humanidade.
A Fundação gere a Casa-Museu Amália Rodrigues, em Lisboa, inaugurada em 2001, onde a artista viveu durante mais de quatro décadas. O espaço mantém o ambiente autêntico e um acervo rico de vestidos de palco, obras de arte, documentos, discos, instrumentos musicais e objetos pessoais.
A Fundação submeteu ao Ministério da Cultura de Portugal duas candidaturas no âmbito do regime ARI – Autorização de Residência para Investimento (Golden Visa Portugal), que foram aprovadas.
Por que investir nestes projetos?
- Residência em Portugal — Elegível para Golden Visa (ARI);
- Património tangível — Investimento em objetos reais, numa casa-museu visitável;
- Legado cultural — Preserve um legado único que pertence a Portugal e ao mundo;
- Reconhecimento — Torne-se patrono da cultura portuguesa;
- Impacto mensurável — Resultados concretos e acompanháveis;
- Visibilidade internacional — Amália Rodrigues é uma figura de reconhecimento global.
Preservar o acervo da Casa-Museu Amália Rodrigues é proteger um património fundamental da cultura portuguesa e um legado cultural com alcance mundial.
Amália Rodrigues foi uma das maiores figuras culturais de Portugal no século XX. Ícone do Fado e sua principal representante, cantou em mais de 60 países e projetou a arte portuguesa além-fronteiras. Foi também graças ao seu contributo que o Fado é hoje símbolo da identidade portuguesa e integra a Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.
Inaugurada em 2001, a Casa-Museu Amália Rodrigues cumpre o desejo da artista de abrir a sua casa ao público. Visitada diariamente por pessoas de todo o mundo, mantém o ambiente autêntico onde viveu durante mais de quatro décadas e afirma-se como espaço cultural dedicado à preservação e divulgação da sua vida, obra e legado.
É por isso um investimento em património tangível: quem investe em cultura apoia a preservação de objetos reais, numa casa que continua aberta ao público. O restauro de arte, a valorização do museu e o investimento em património português resultam num impacto cultural que se vê, se visita e se mede.
O projeto, com um período de execução previsto de 24 meses, estrutura-se em torno de quatro objetivos fundamentais:
- Recuperação e manutenção patrimonial: garantir a conservação física de peças de elevado valor histórico do recheio da Casa-Museu, como obras de arte, mobiliário, vestidos de palco e documentação sobre a carreira de Amália;
- Produção cultural e artística: valorizar cerca de 500 peças, aproximando o público da história da artista e da evolução do fado e promovendo a expressão criativa em torno de objetos que lhe pertenceram;
- Valorização científica: difundir o estudo e a investigação sobre o acervo;
- Divulgação e comunicação do legado de Amália Rodrigues: chegar a públicos cada vez mais amplos e diversificados, a nível nacional e internacional, em fases que acompanham o desenrolar do projeto.
Entre as metas previstas encontram-se a produção de 24 publicações, 10 vídeos e 5 exposições, a criação de um arquivo digital, a disponibilização de visitas inclusivas e a realização de ações de investigação e produção artística. O projeto prevê ainda aumentar em 20% o número de visitantes, alcançar 500 000 visualizações digitais e envolver cerca de 5 000 participantes em eventos.
Valor mínimo de investimento: 250 000€
Na década de 1960, Amália Rodrigues e o seu marido, César Seabra, adquiriram uma propriedade na Costa Vicentina, um local que conquistou o casal pela sua natureza intocada e pela proximidade ao mar.
Foi nesta região, marcada pela beleza selvagem e pela tranquilidade, que o casal construiu a sua icónica casa de férias, projetada pelo renomado arquiteto Conceição Silva.
A Herdade foi também um espaço de encontro artístico. Por ali passaram compositores, músicos, poetas, escritores, fotógrafos e cineastas ligados à sua vida e à sua obra.
O projeto propõe:
- Criação de uma instalação de arte contemporânea integrada na paisagem;
- Duas intervenções principais: “O Abraço” (acolhimento e proximidade) e “O Aplauso” (encontro e tertúlia);
- Valorização cultural do Alentejo e preservação da memória de Amália;
- Nova experiência cultural ligada à artista;
- Atração de visitantes nacionais e internacionais.
Valor mínimo de investimento: 200 000€

Apoiar estes projetos é contribuir para a preservação cultural de um legado que pertence a Portugal e ao mundo.
Conheça os projetos, contribua para a conservação, valorização e divulgação do património de Amália Rodrigues uma das maiores figuras culturais de Portugal no século XX, e faça parte de um investimento com impacto cultural duradouro.