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HORÁRIO VISITA: terça a domingo das 10h às 18h

Amália em Liberdade

Uma iniciativa da Fundação Amália Rodrigues e da Comissão das Comemorações dos 50 Anos 25 Abril.
Livre de preconceitos e convenções será a melhor forma de descrever a colaboração de Amália Rodrigues e Alain Oulman, cuja liberdade e irreverência levaram a uma revolução consciente, mas não premeditada, da música portuguesa. Durante anos tentaram conectar Amália a ideologias, partidos, entidades. Ignoraram, contudo, que o seu coração independente não obedece a qualquer moldura a que o queiram reduzir, pois Amália foi e é futuro.
A iniciativa, que intitulámos de «Por teu livre pensamento – Alain, Amália e a liberdade», é uma conversa gravada no emblemático Estúdio 1 da Valentim de Carvalho, e teve como objetivo compreender não só as inovações melódicas e poéticas iniciadas com o disco do Busto, mas também a dimensão política dos seus intervenientes e do próprio álbum. A conversa decorreu no dia 18 de janeiro, com moderação de Teresa Nicolau, e contou com a participação de David Ferreira, Frederico Santiago, Miguel Carvalho e Rui Vieira Nery, que deram destaque à liberdade criativa, melódica e poética do legado de Amália e Alain Oulman, atribuindo-lhe logo em 1962 o estatuto visionário universal em que hoje vive o fado.
Veja o Amália em Liberdade aqui.

Recolha do Espólio de Amália

Continuamos a recolher o espólio de Amália espalhado pelo país, bem como fotografias, vídeos e depoimentos do público com Amália.
Hoje tivemos a visita da senhora Cândida de Azevedo Ferreira que, por vontade de sua irmã, Cecília Ferreira, nos fez chegar dezenas de fotografias de Amália. Os exemplares retratam vários momentos da vida pessoal e profissional de Amália e vieram do Brasil pelas mãos de José Ubaldo Silva. Na carta enviada a Cecília escrevera: “Ai vão as fotos da nossa Amália que lhe prometi. Espero, as guarde com o mesmo carinho e por tantos anos como eu guardei.”
É com esta dedicação e cuidado que queremos salvaguardar o espólio que nos confiam.

Une Maison, Un Artiste | dedicado a Amália – FRANCE 5

Um documentário de Jean Rousselot, gravado na Casa-Museu Amália Rodrigues, que conta com a participação de Rui Vieira Nery (Musicólogo), Frederico Santiago (Coordenador da Reedição Integral da Discografia de Amália), Mísia (Intérprete), Miguel Carvalho (Jornalista e autor do livro “Amália Ditadura e Revolução”) e Joana Machado (Investigadora da Fundação Amália Rodrigues).

Uma parceria da Fundação com a produtora A Prime Group.
Veja o documetário aqui.

Do Brasil para Portugal

Além do público habitual, o Jardim d’Amália recebeu um grupo de peregrinas da Jornada Mundial da Juventude que nos brindou com a sua boa disposição.

A sessão de fado contou com a voz de Soraia Cardoso, Rafael Pacheco (guitarra portuguesa) e Pedro Soares (viola de fado).

Ioanna Dichiseanu no Jardim D’Amália

No passado dia 29 de Junho, o jardim da Casa-Museu Amália Rodrigues recebeu a artista romena Ioanna Dichiseanu para um concerto de Fado. Ioanna é filha do actor Ion Dichiseanu que conhecera pessoalmente Amália em Lisboa e que lhe contara, desde da infância, histórias sobre Amália, despertando o seu interesse pelo Fado e por Portugal.
Ioana Dichiseanu foi acompanhada por António Neto (guitarra clássica) e Luís Coelho (guitarra portuguesa) que, além do repertório em evocação de Amália, ofeceram ao público português uma peça da cantora romena Maria T?nase.
Esta é uma iniciativa da Fundação Amália Rodrigues e do Instituto Cultural Romeno.

Saudades do Brasil em Portugal – Fado, Samba e Poesia

Depois do sucesso das edições anteriores, o Fado e o Samba voltam a marcar encontro no Jardim d’Amália no dia 16 de Julho, pelas 18h.
Inspirado na obra de Vinícius de Moraes para Amália Rodrigues, este é o final de tarde ao ar livre que une Brasil e Portugal através das suas expressões populares – o Samba, o Fado e a Poesia.

Oiça lá, Ó Senhor Vinho

Oiça lá, Ó Senhor Vinho é um projeto que une o Fado de Amália Rodrigues à Tradição, no emblemático Terreiro do Paço. Uma homenagem à memória, irreverência, trabalho e sensibilidade da Mulher Portuguesa num local marcado pela História, excelência e tradição.
Esta experiência combina os fados e temas popularizados por Amália Rodrigues com a possibilidade de provar vinhos de diferentes regiões de Portugal. Venha assistir a um concerto acústico de fado e deixe-se levar pela típica sonoridade da guitarra portuguesa.
Vamos, meu amigo a mais um copinho” ao som dos Fados de Amália!

Fado & Morna

O espetáculo que encanta Lisboa há 2 anos regressa este verão para mais uma tarde de homenagem a Cesária Évora e Amália Rodrigues. Dois países, duas vozes, dois Patrimónios Culturais Imateriais da Humanidade.

Duas vozes unidas no respeito e admiração mútuos entre a cultura cabo-verdiana e a portuguesa.

A Poesia subiu ao povo, Conversas sobre os Poetas de Amália – com Manuel Alegre e Paula Morão

O segredo da Amália é ela própria porque a Amália é um todo. Amália tem o fado dentro dela, tem a poesia dentro dela, tem Portugal dentro dela. Tem os dois extremos de Portugal, tem a raia e tem o Atlântico. (…) Por muitas imitações, não é Amália quem quer, Amália é inimitável e insubstituível.” Manuel Alegre
No passado dia 2 Junho, realizou-se a primeira sessão do ciclo «A poesia subiu ao povo», dedicada a Manuel Alegre. As raízes familiares em Águeda, a presença de Amália na sua vida e o exílio em Argel foram alguns dos temas abordados, não esquecendo o carácter de preservação de memória coletiva que a Literatura, e neste caso, a obra de Manuel Alegre, apresentam.
Foi para a Fundação Amália Rodrigues uma honra receber na casa d’Amália um dos seus poetas! A Fundação agradece igualmente a presença de Paula Morão, professora emérita da Faculdade de Letras, cujos contributos pedagógicos foram extraordinários para uma maior compreensão da obra literária de Manuel Alegre.
A conversa está disponível no canal do Youtube da Fundação Amália Rodrigues.

Especial st. António no Jardim da Casa D’Amália

Se Lisboa é a cidade mais cantada do mundo, é sem dúvida Amália quem mais a canta. Da sua estreia como solista da Marcha de Alcântara com apenas 15 anos, das gravações à guitarra e à viola ou com orquestra, ou ainda como fiel admiradora das marchas assistindo ao seu desfile na Avenida da Liberdade, as festas populares da cidade de Lisboa estiveram sempre presentes na vida de Amália.
Vamos celebrar os Santos Populares num espetáculo musical ao ar livre.